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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

SENTINDO SOBRECARGA DE TRABALHO ? 10 ITENS QUE MATAM A PRODUTIVIDADE DIÁRIA


Um planejamento semanal bem elaborado pode cair por terra quando as atividades diárias pré-estabelecidas são deixadas de lado por motivos circunstanciais ou urgentes, que atrapalham a produtividade.

Será que você tem passado por isso?

Confira a lista abaixo e veja com quais itens você se identifica.

1 – E-mail – Ficar com o e-mail aberto faz o nível de interrupções ficar intolerável, aumenta a ansiedade e a sensação de atividades por fazer. Recomendo definir períodos  para lidar com as suas mensagens sendo que no resto do tempo o caixa deve ficar fechada.

2 – Não ter clareza sobre o que fazer – O que você precisa fazer primeiro? Você sabe pelo menos 80% do que deve ser feito hoje? Se não souber responder a essas perguntas, com certeza vai se perder em tarefas circunstanciais.

3 – Estou em Reunião – Uma pesquisa feita pela Triad Consulting  demonstra que 1/3 das reuniões podem ser canceladas. Então: dieta de reuniões já! Quanto menos, melhor. Se tiver de fazer, seja objetivo, defina pontos de discussão e faça durar no máximo 2 horas.

4 – Redes Sociais – Você usa twitter, facebook, orkut, etc? Controle a ansiedade de ficar conectado a essas redes. Utilize eventuais intervalos no dia ou o horário de almoço para se atualizar.

5 – Falta de energia – Você está cansado, sem pique e não consegue se concentrar? A falta de “energia” rouba muitas horas do dia e faz a pessoa “surfar” em atividades circunstanciais. Tenha hobbies, procure um médico, tome um multi-vitamínico, alimente-se em horários regulares, faça sexo (com freqüência).

6 – Falta de foco – Começa uma atividade e em pouco tempo salta para outra tarefas? Se a atividade for grande, quebre em pequenas atividades, feche qualquer outro software que não esteja usando, coloque o celular no silencioso e, se funcionar para você, ouça música.

7 – Navegador cheio de favoritos – Você abre seu browser para ir em um site, esbarra na lista de favoritos e começa a surfar por outros portais? Instale um novo navegador  e não importe os seus favoritos. No novo browser, com a lista de favoritos zerada, você perde a tentação de ficar navegando à toa.

8 – Messenger, Wave, GTalk, etc – A regra é simples: está ocupado? Fique com status invisível ou offline. Está tranquilo? Fique ausente ou ocupado. Está com tempo para conversar? Fique disponível.

9 – Interrupções – Se muita gente interrompe você, pode ser porque sua comunicação não anda muito adequada. Faça uma revisão de como redige os emails, concede informações e delega atividades.

10 – Tarefas imprevistas, convites inesperados e favores – Que tal falar NÃO de forma concreta (baseado em planejamento X disponibilidade)? Se muitas tarefas imprevistas surgem na sua rotina, é possível que o nível de planejamento não esteja adequado. Repare em quais dias da semana você tem mais imprevistos e utilize isso a seu favor.

Texto de Christian Barbosa (Especialista em administração de tempo e produtividade, é fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. É Autor dos livros “A Tríade do Tempo", "Você, Dona do Seu Tempo”, “Estou em Reunião” e co-autor de “Mais Tempo, Mais Dinheiro”).

Poderia acrescentar mais uma observação sobre “priorização” das coisas. Se conhecer o conceito da matriz “Importante X Urgente” do Steven Covey, use-a; caso contrario sugiro conhece-la. Essa matriz ajuda a “priorizar” as atividades de uma maneira bastante inteligente.


Fontes: texto: http://www.hsm.com.br/editorias/10-itens-que-matam-produtividade-diaria; imagem https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9cVtG1BowBeywF8o_LgZfwPw04OKBoGrqYI14L7zF1niD31c6kyPPWipU8OIfGriWw3Ps2mcenH4A5hm9TUUU7ZYpG_s6DJNGzeIuGYJqEup2EugdqtpWSEsL8NxiHj8kms8q-2GWbFo/s400/ocupada.jpg






quarta-feira, 23 de junho de 2010

VOCÊ SENTE PRAZER EM SEU TRABALHO?


As pessoas não gostam de seu trabalham porque ganham mais. É justamente o contrário, elas ganham mais porque gostam dele.



Ao longo da história o trabalho sempre foi considerado algo penoso, desagradável ou até mesmo prejudicial para o ser humano. Adão e Eva foram “castigados” a ter de trabalhar para ganhar o próprio sustento, a partir do momento em que cometeram o pecado original. Os gregos consideravam-no impuro ou indigno e, como tal, deveria ser relegado aos escravos ou à plebe.

Com a revolução industrial as coisas não ficaram muito melhores, até pelo contrário. Perpetuou-se a sina do indivíduo ter de trabalhar nas fábricas 10, 15 ou até 18 horas, como relatam diversos historiadores da época, para conseguir sustentar a si e à sua família.

A própria palavra trabalho não tem lá uma descendência muito boa. “Trabalho” vem do latim vulgar tripaliun, um instrumento de tortura de três paus utilizado no império romano, conforme citação de Hélio Tadeu Martins em seu livro “Gestão de carreiras na era do conhecimento”.

Nos dias atuais, é fácil perceber o quanto o trabalho é odiado. São comuns as frases que reforçam esse seu caráter, como por exemplo: “quem trabalha muito não tem tempo para ganhar dinheiro”, “eu trabalho como um burro de carga”, “o sujeito trabalha como um condenado”, etc.

Bem, com todo esse histórico, fica mesmo difícil gostar desse tal de trabalho.

Criou-se assim um estigma de que o trabalho é realmente algo mau, de tal forma que todos precisam reclamar do que fazem, do contrário algo não está muito certo.

Considerando que a vida do indivíduo consiste numa equação cujo resultado só pode ser positivo à medida que o prazer seja maior que o sofrimento ou o desprazer, conforme nos ensina Freud em seu livro “O mal estar da civilização”, torna-se quase impossível ser feliz dedicando-se dez ou doze horas a um trabalho que signifique sofrimento ou tristeza.

Por outro lado, o ambiente empresarial tem exigido que as pessoas dediquem-se cada vez mais ao trabalho, seja pelos processos de reestruturações, que reduzem o quadro de profissionais e sobrecarregam quem fica, seja pelo volume de informações, conhecimentos e experiências que precisam ser adquiridos para o sujeito conseguir se manter competitivo no mercado.

Ora, a pergunta que fica é: como se dedicar tanto a algo tão ruim?

A primeira dificuldade que precisa se vencida para quem quer de fato ter prazer em seu trabalho é sair do paradigma de que precisa ser assim, de que não é possível se encantar com seu trabalho e fazer dele algo prazeroso e enriquecedor.

O trabalho pode (e deve) ser um meio de expressão do potencial interno do indivíduo, um meio de traduzir para o mundo sua criatividade, o que ele pensa e sente. Quando o indivíduo consegue materializar-se naquilo que faz, subitamente lhe ocorrem sentimentos de superação e conquista, seus mais profundos desejos de perpetuação parecem realizar-se, o trabalho passa a ter novo significado. A motivação cresce no sentido dele continuar a realizar mais obras.

O segundo desafio é encontrar um trabalho que permita a expressão desse potencial. Isso implica encontrar um trabalho compatível com a vocação de quem o realiza e no tipo de negócio desejado pelo profissional. O resto é muita dedicação.

A essa altura, algumas questões normalmente são colocadas quase que como imperativas a favor do trabalho sem prazer:

Como vou ter prazer no trabalho se o que ganho mal dá para o meu sustento?
Como gostar do meu trabalho se há tantas tarefas chatas que preciso realizar?

Dentro de cada profissão certamente há cargos que são muito bem remunerados, mas chegar lá demanda tempo, investimento e muita determinação de quem quer permanecer na área. Um diretor de marketing provavelmente ganhará uma remuneração bem razoável, mas o mesmo não se poderá dizer do salário de um assistente novato. Se você julga sua remuneração insuficiente, procure analisar realisticamente as seguintes questões:

Qual a remuneração média no mercado para a sua função em seu setor?
Qual a remuneração média para sua função em outro setor?
Quais foram suas realizações nos últimos tempos que justificariam aumentos salariais?
Seu custo de vida pessoal não está acima do padrão razoável para sua posição social?

O investimento em uma carreira exige a administração dos recursos pessoais (tempo e dinheiro, principalmente). Como os recursos são sempre finitos, muitas vezes será necessário sacrificar algumas coisas que gostaríamos de ter ou fazer de imediato e realizar investimentos que só nos trarão resultados no futuro. Isso acontece com o pintor, com o advogado ou com o homem de vendas. Ainda assim, se a vocação está sendo seguida e em seu local de trabalho há espaço para exprimir essa vocação, o prazer de realizá-la continuará existindo.

Quanto à segunda questão, os aspectos desagradáveis do trabalho só existem na medida em que eles não são vistos como integrantes de todo o processo e que têm um sentido importante para o conjunto da obra. As tarefas não são chatas ou desagradáveis pelo que são em si, mas pelo que representam. Um vendedor poderá encarar a o preenchimento de relatórios de visita como a forma de gerenciar o relacionamento com seu cliente e outro poderá ver como a forma burocrática do chefe controlar seu trabalho. O primeiro certamente usará a tarefa para refletir sobre seu contato com o cliente e tirará grandes insights para suas ações futuras. O segundo, vai reclamar muito, praguejará contra o chefe e certamente vai odiar o seu trabalho.

O prazer no trabalho depende basicamente de dois fatores: da forma como o indivíduo vê seu trabalho e do quanto ele consegue exercer de fato seu potencial interno no local e na posição que ocupa.

Ambos os fatores são resultados de escolhas individuais, tanto a forma como vê seu trabalho, como o local que escolhe para exercer sua vocação. É preciso ser maduro para selecionar as melhores opções. Essa é a condição básica para se conseguir de fato ter prazer no trabalho.


Fonte:Texto-Sebastião de Oliveira Campos Filho é graduado em marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), especialista em dinâmica de grupos pela Sociedade Brasileira de Dinâmica de Grupos (SBDG) e mestre em administração de empresas pela Universidade Mackenzie, que há 10 anos desenvolve projetos de consultoria e treinamento relacionados a estratégias corporativas, nas áreas de marketing, vendas e recursos humanos. (Artigo originalmente publicado no site Bumeran) - http://www.occonsult.com.br/artigos.asp?t=10
Imagem: http://room4d.files.wordpress.com/2009/07/021324798001.jpg


quarta-feira, 10 de março de 2010

PARA PENSAR


Existem várias frases e ensinamentos que o Dalai Lama nos oferece, mas uma em especial se encaixa nessa nossa vida contemporânea, corrida, de muito trabalho e com uma insana busca por mais e mais dinheiro, achando que assim a vida fica melhor. Essa busca, na maioria das vezes, está ligada à quantidade e à qualidade de como trabalhamos. Ela nos faz pensar, veja só:

“Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido" (Dalai Lama).

Bom dia.....e bom trabalho.....Abs

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO... FELIZ




Diz o autor desses conselhos: "Recebi esse material de um amigo e achei fundamental coloca-lo aqui. Foi elaborado por  Ernesto Artur, que comenta que  quando publicou  estes " conselhos"  em seu site, recebeu uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.
1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias;
2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos ;
3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde ;
4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem;
5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc. ;
6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes ;
7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro ;
8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro ;
9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo;
10. Se sentir que está perdendo o ritmo e o fôlego tome logo estimulantes e energéticos. Eles vão te deixar tinindo;
11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos;
12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração e meditação diante de Deus. Isto é para crédulos e tolos. Repita para si: Eu sou a minha própria religião.
Então? Você faz parte desse time? 
Se fizer, ainda está em tempo de rever suas atitudes. Pense nisso!!!!!"


Fonte: http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=24wkxi666