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quinta-feira, 14 de junho de 2012

TEAMWORKING - A FÁBULA DO RATO


Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.

Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.

Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado.

Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa!!

A galinha:

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e:

- Há ratoeira na casa, ratoeira !

- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca e:

- Há ratoeira na casa!

- O que? Ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.

Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima...

A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.

Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.

O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo.

Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral da História:

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.

O problema de um é problema de todos!


Fonte do texto: http://wglucchesi.blogspot.com.br/  com colaboração: Aderson Magalhaes Gomes; fonte da imagem : http://bethmichel.com.br/wp-content/uploads/2011/12/fazenda-modelo-b.jpg

sábado, 11 de setembro de 2010

TRABALHE PARA VENCER


Sempre digo que o sucesso depende de nós mesmos e muitas pessoas me perguntam o que fazer para ser vitorioso na vida. Trabalhe para vencer.


É hora das pessoas terem consciência de que o sucesso é consequência de uma série de fatores, de pequenas vitórias e de muita perseverança.

Dar o melhor de si já é meio caminho andado.

Você não está dando o melhor de si quando :

* Atende um cliente de cara feia,
* Faz um relatório de qualquer jeito,
* Chega sempre atrasado,
* Sai do trabalho pontualmente quando acaba o expediente,
* Não atende o telefone,
* Não quer nem saber do problema do cliente,
* Não faz nada além das atribuições de seu cargo,
* Vai trabalhar de mau humor,
* Faz parte de "panelas" dentro da empresa,
* Não se oferece para ajudar em nada,
* Não anota recados para colegas,
* Não organiza seu dia de trabalho,
* Não se atualiza(profissional e pessoalmente),
* Não cumpre prazos.

Podemos citar 100 situações que significam "não dar o melhor de si".Por isso é fácil culpar o chefe,a empresa,os colegas,os clientes quando os culpados pelo nosso fracasso somos nós mesmos.

Pense. Você está dando o melhor de si? Tem certeza? A empresa,seu chefe acham isto também? Tenha bem claro sua situação perante os outros,pois somente assim você poderá enxergar aonde pode melhorar.Isto é trabalhar para vencer.

Fontes: texto: http://respec.com.br/ e imagem: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjM2w-lbqQqzPsfIu3ajXO_Ch4XHd_mt6ql7ytel9vmvzE-jSSbRbEjwpZtPNrGV7Sz2dtDcG1Y8aqPqwsBhLa3YTW46tc7pYqwD-RMGA8EpRHHRg-heraltKcS7NdC3H5oPpC7oGHYQyN1/s1600/vencer.gif


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

VOCÊ ESTÁ DEMITIDO



Cada vez mais vemos matérias sobre grandes empreendedores brasileiros, que fazem enorme sucesso com suas audaciosas investidas empresariais. Compram empresas, reduzem custos, “contratam os melhores”, aplicam a teoria da “meritocracia” e juram que ninguém puxa o tapete de ninguém em suas empresas. Se vangloriam de serem experts em reduzir custos e muitas vezes o fazem de maneira absurda (uma delas, por exemplo, diz que o segredo está em “cortar até o cafezinho das reuniões).

Muitas vezes, essas empresas, aplicam essas fórmulas de redução drástica de custos, começando pela folha de pagamento; em outras palavras: cortam gente.

Como o assunto está em moda nessas duas últimas semanas, decidi postar um texto que já conhecia há algum tempo, escrito por Stephen Kanitz. Aproveitem e reflitam. Abs.....


Você Está Demitido
 (Texto de Stephen Kanitz)

Você é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, os economistas americanos prevêem uma recessão, com grande alarde na imprensa.

A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas.

Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestrado de administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução.

"Antes de mais nada, mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando 12 200 000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porque nossa marca é muito forte. Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano, já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetos sociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar".

É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitas até premiadas por sua "responsabilidade social".

Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse:

-Levante-se e saia da sala.

-Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito.

-Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.

Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral. Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:

-Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo.

Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente é sempre a última alternativa.

Aquela aula foi uma lição e tanto.

É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas.

É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas conseqüências.

Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária.

Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão.

Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão.

A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada. O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé.

Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio.

Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas.

Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.


Fonte da foto: http://esporteonline.com/blogdonake/wp-content/uploads/2009/04/demitido.jpg