Mostrando postagens com marcador mercado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mercado. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de julho de 2011

BORDERS (SEGUNDA MAIOR REDE DE LIVRARIAS NOS EUA) SERÁ LIQUIDADA

Segundo notícia no jornal FOLHA DE SÃO PAULO dessa terça-feira, a Borders, segunda maior rede de livrarias dos EUA, admitiu ontem que vai entrar em processo de liquidação.

A empresa adiou o leilão de falências marcado para hoje diante da falta de ofertas que poderiam salvar o negócio. As 399 lojas restantes -um terço do total de quando foi feito o pedido de falência- empregam quase 11 mil pessoas.

O pedido oficial da liquidação deve ser feito nesta quinta-feira. O processo poderia começar na sexta-feira, com previsão para o encerramento total das atividades já em setembro.

A Borders atribui a liquidação à dificuldade de competir com o mercado de livros digitais, acentuada pelo momento de prostração da economia americana.

A recuperação da empresa ficou mais distante depois do desentendimento com o fundo de investimento de Jahm Najafi, na semana passada. Credores rejeitaram a proposta de Najafi, de US$ 215 milhões, temendo que o fundo comprasse a rede de livrarias para depois liquidá-la.

Fontes: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/me1907201115.htm , http://wynnewoodshops.com/wp-content/uploads/2011/06/borders-logo1.jpg , http://jornalismounisuam.files.wordpress.com/2010/04/big_folha-de-s-paulo01.gif


sexta-feira, 15 de abril de 2011

LIVRO DIGITAL - REVOLUÇÃO OU EVOLUÇÃO ?


Reproduzo aqui, matéria do site www.publishnews.com.br

PublishNews - 14/04/2011 - Maria Fernanda Rodrigues
CEOs falaram sobre o presente e o futuro do mercado em Londres

O que está acontecendo neste momento com a indústria do livro é uma evolução, com editores se adaptando às mudanças naturais, ou é uma revolução, que acontece quando você é tirado repentinamente do poder? Para responder a essa pergunta e analisar o presente e o futuro da edição, a Feira do Livro de Londres convidou os CEOs da Penguin, Elsevier, China Education Publishing and Media Group e HarperCollins. As respostas foram divididas, mas todos concordaram que se o mercado editorial não acordar vai acabar perdendo espaço para outras indústrias.
 
“Todas as empresas de TI estão tentando entender a relação entre conteúdo e veículo. Temos que ser indispensáveis para o processo para não sermos aniquilados”, disse John Makinson, chairman and CEO do grupo Penguin. Para ele, não se trata de uma evolução e essa mudança na forma de trabalho é vista em cada um dos espaços da edição. “O trabalho do editor está mudando. Temos que apender outras habilidades para continuarmos fazendo o nosso trabalho. E temos, sobretudo, que saber o que os clientes querem e o quanto eles estão dispostos a pagar, coisa com a qual nunca nos preocupamos”, comentou Makinson.
 
Ele disse também que é hora de tentar entender se os leitores vão continuar lendo com a mesma voracidade, se o consumidor digital vai querer ter a posse do livro e se – quando – as livrarias vão entrar em colapso. Por fim, deixou um aviso: “Quanto mais conteúdo estiver disponível, mais vamos vender. Isso se ouvirmos os consumidores”.
 
Li Pengyi, presidente da China Education Publishnig and Media Group, acredita que o momento está mais para evolução do que para revolução e que apesar de existirem mais de 400 e-readers diferentes na China, o mercado, em queda, ainda é reticente. “O mercado editorial chinês está caindo por causa da internet e de outras formas de diversão”, comentou. Quando à passagem para a era digital, quem está liderando o movimento são empresas de TI e de entretenimento. “A tecnologia digital permitiu que muitas outras empresas de tecnologia entrassem na indústria do livro. Elas se beneficiam de seu conhecimento tecnológico. Na China, tem empresa de jogo que já é editora", disse.
 
Quanto aos editores, acredita que eles terão de aprender a coletar e processar conteúdo e desenvolver novos negócios. “Se não fizermos isso alguém vai fazer”. Mas ele ainda acredita na superioridade do mercado editorial: “o Google pode ser comparado a uma biblioteca. Já as editoras são experientes bibliotecários".
 
O CEO da Elsevier e presidente da International Publishers Association (IPA), Y.S. Chi, falou sobre o momento a partir da perspectiva de quem está no segmento de CTP, que segundo ele está mais avançado do que os outros nessa questão digital. O que ainda falta para o CTP fechar o ciclo é analisar como o conteúdo pode ser melhor aproveitado e que tipo de serviço ainda podem oferecer aos seus consumidores. Pra ele, trata-se de uma evolução do mercado e brincou: “Todos preferimos que seja revolução porque é mais sexy. Pensem que é uma revolução, mas ajam como se fosse uma evolução”. Ele, no entanto, tem medo de ser substituído por alguém mais experiente em tecnologia e que vai se adaptar ao “mundo das palavras escritas”.
 
“Quanto mais perto você chega dos consumidores, então é uma revolução. Há muitos impactos nos nossos negócios quando você pensa na mudança de consumo”, comentou Brian Murray, presidente e CEO da HarperCollins. Para aproveitar esse momento, o diretor pensa que é hora de levar pessoas com características diferentes para o dia a dia das editoras. “Esta é uma grande oportunidade para reinventar o negócio, procurar novos formatos e novas plataformas de leitura, sejam elas telas de 2 ou 10 polegadas. É a oportunidade de sermos mais criativos”. Murray se disse impressionado com a velocidade que os leitores aceitaram esse novo jeito de ler. De acordo com ele, há um ano existiam 15 milhões de e-readers no mundo. Hoje, são 40 milhões. “Isso me parece muito revolucionário e participar desta fase da história é incrível”.
Fonte: www.publishnews.com.br 


segunda-feira, 28 de março de 2011

iPAD ACABA EM MEIA HORA EM PORTUGAL


Mais uma notícia que nos interessa. Para quem está no negócio de eBooks no Brasil, publicando livros em Português, essa notícia é muito boa. Bastou pouco menos de 30 minutos para zerar o estoque que a Apple enviou ao País. Nem mesmo a crise afastou os clientes. Veja notícia completa no link http://www.tvi24.iol.pt/media-e-comunicacoes/ipad2-apple-vendas-portugal-ipad2-esgotou-agencia-financeira/1242667-5239.html

Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/media-e-comunicacoes/ipad2-apple-vendas-portugal-ipad2-esgotou-agencia-financeira/1242667-5239.html

quarta-feira, 16 de março de 2011

ISENÇÃO DE IMPOSTOS - CHANCE PARA OS eBOOKS


Reproduzo aqui uma excelente notícia (para quem é do ramo), publicada no PublishNews ontem:


Isenção de imposto para livro digital em pauta

PublishNews - 15/03/2011 - Redação
Se aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos, projeto segue para a Comissão de Educação, Cultura e Esporte em caráter terminativo
A notícia foi veiculada hoje no Jornal do Senado: O Projeto de Lei 144/10 que altera a Política Nacional do Livro (PNL - Lei 10.753/03) para atualizar a definição e ampliar a lista de produtos equiparados a livro estará na pauta de votações hoje na Comissão de Assuntos Econômicos. Se aprovado, o projeto, que recebeu o parecer favorável do relator Francisco Dornelles (PP-RJ), seguirá para votação na Comissão de Educação, Cultura e Esporte em caráter terminativo. A proposta do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) amplia o rol dos produtos isentos de impostos para incluir qualquer livro em formato digital, magnético ou ótico. Atualmente, o PNL atribui a isenção apenas a esses produtos quando destinados a pessoas com deficiência visual. O projeto também equipara aos livros os equipamentos cuja função exclusiva ou primordial seja a leitura de textos em formato digital ou a audição de textos em formato magnético ou ótico, como o Kindle ou até mesmo aparelhos como o iPad e o Galaxy Tab.

Isso vai ajudar a difundir ainda mais os eBooks no Brasil. Só falta acontecer !

Fonte: http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=62467, http://ma-schamba.com/ficheiros/apple-ipad-ebook.jpg

terça-feira, 15 de março de 2011

iPAD 2 VENDE 70% MAIS, QUE VERSÃO ANTERIOR, NO 1º DIA

O iPad 2 atingiu vendas de 500 mil unidades no primeiro fim de semana de vendas nos Estados Unidos, segundo a consultoria americana Piper Jaffray.

De acordo com o levantamento da empresa, a maioria dos tablets da Apple foi comercializada na sexta-feira (11), primeiro dia dos aparelhos disponíveis no varejo.

O banco de investimentos Wedbush Securities chegou a estimar vendas entre 500 mil e 1 milhão de iPads no primeiro fim de semana, mas segundo especialistas ouvidos pela reportagem, o próprio estoque da Apple colocado à venda não chegou a esse volume.

Segundo a Piper, o número foi superior às vendas da primeira versão do iPad em abril de 2010, que chegaram a 300 mil tablets. Na pesquisa feita com 296 clientes nos Estados Unidos, 70% estavam adquiririndo o tablet pela 1a vez (u seja, não estavam migrando do iPad 1 para o novo). Entre as razões de interesse na compra do aparelho, estão: navegar na internet (38%), enviar email (22%), baixar aplicativos e games (17%), assistir a vídeos (14%), ler livros (6%) e ouvir musica (3%).

Esses dados são interessantes e mostram a ampla gama de oportunidades que o tablet gera. Em outra notícia recente, a Apple informou que, na média, cada proprietário de iPad baixou aproximadamente 6 livros em seus aparelhos. Isso ajuda a enorme expansão do mercado de eBooks que vem acontecendo nos Estados Unidos.

O mercado de eBooks por lá, dobrou de tamanho (saltando de US$ 57 milhões para US$ 120 milhões entre o 1o e 3o trimestre de 2010 – portanto, antes mesmo do final do ano passado).

Agora, imagine se “ler livro” fosse prioridade !


Fontes: Folha de São Paulo, http://www1.folha.uol.com.br/tec/888449-vendas-do-ipad-2-chegam-a-500-mil-unidades.shtml, http://www.compraripad.org/wp-content/uploads/2011/03/ipad-2.jpg