De novo, venho aqui me expressar sobre a PÉSSIMA OPERAÇÃO, hoje em dia, do McDONALD´S, especificamente na loja do CENTER VALLE em São José dos Campos.
Dessa vez a frustração aconteceu hoje (10jan22) às 12:54h com minha filha (quase 5 anos !). Pedimos um McLanche Feliz, CLARO, PENSANDO NO BRINDE.
Apesar de a embalagem do Lanche apresentar 50 (cinquenta !) imagens de brindes:
Essa loja, num importante centro comercial de uma importante cidade, tinha disponível APENAS 2 OPÇÕES.
Realmente o nível da operação é péssimo.
Com uma operação de décadas no Brasil, essa rede teve que se estrutura com um negócio de logística à parte, mas parece que se perderam. Ou, esse franqueado, também nisso não tá nem aí para os clientes.
Vamos ver se, dessa vez, mereço algum retorno pois da outra vez que reclamei (dia 28nov21), apontando uma cobrança de bebida 50% (cinquenta por cento) MAIS CARA que a tabela oficial da rede, fui ignorado. Pela franquia e pela rede. Um tratamento no mínimo ridículo ao consumidor.
Uma marca que já foi tão admirada e foi sinônimo de atenção com os clientes, realmente está agindo muito, muito longe do mínimo aceitável.
Fontes das imagens: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:McDonald%27s_logo.svg , https://www.canstockphoto.com.br/ilustracao/bravo.html
As coisas não estão fáceis (nem na economia e nem na vida do povo) e
tem gente que ajuda a piorar!
Antigamente, uma franquia se caracterizava por padrões.
Padrão de comunicação visual, padrão de atendimento, padrão de linha de
produtos, padrão de preços; enfim, tudo era padronizado.
O McDonalds, atual Méqui, como gostam de ser chamados, foi, durante
muitos anos, sinônimo de franquia e padronização. Cresceu e se desenvolveu com
padrões.
Não mais !
Pelo menos não no Vale do Paraíba !
Pois é. Não acreditei quando fui, hoje, tomar um lanche com
minha família. Compramos um Combo e resolvemos pedir uma Coca 300mL a mais. Na hora
de ver o cupom fiscal, constato R$ 12,30 pela Coca.
Fiquei chocado !
Caramba ! 1 Coca de 300mL custar R$ 12,30 é mais que
absurdo. É um roubo.
Bom, roubo não é, pois comprei porque eu quis; não fui
obrigado. Mas podemos dizer que é ultrajante custar esse valor.
Perguntei no caixa e me confirmaram que era esse mesmo o
preço.
Segui inconformado e, enquanto tomava o lanche, decidi
pesquisar. Achei no site do McDonalds, uma tabela de preço indicando que a
Coca 300mL custa R$ 8,48.
Como assim ?!
Fui perguntar e recebi como resposta que trata-se do preço
da franquia. Sim, eles me informaram que estão cientes que o “preço da rede” é
R$ 8,48, mas na franquia cobram R$ 12,30.
É uma diferença de 45%. Quarenta e cinco por cento !!!!!!!
Claro que se o franqueado cobra isso, a rede está ciente.
Aqui no Vale do Paraíba é apenas 1 franqueado que domina e controla esse
mercado, então é um franqueado conhecido, respeitado e por isso não pode fazer
uma coisas dessas sem as bençãos da rede.
Como cliente do McDonalds, realmente me sinto ULTRAJADO.
Feito de BOBO, de IDIOTA.
Como disse antes, é claro, a culpa é APENAS MINHA, AO
ESCOLHER SER FEITO DE BOBO E IDIOTA nessa franquia, pois ninguém me obrigou.
Mas, fica o alerta para manter os olhos abertos e, quem
sabe, boicotar empresários que agem assim. Mesmo que seja um Méqui, tão amado pela
maior parte da população.
É triste constatar que estamos reféns desse tipo de situação !
Fontes das imagens: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:McDonald%27s_logo.svg
, https://www.canstockphoto.com.br/ilustracao/bravo.html
Em Hebraico, CAOS, é a série que acabo de ver na NETFLIX.
Adorei e por isso venho aqui fazer essa recomendação.
Trata-se de estórias de uma unidade especial do Serviço de
Defesa de Israel.
Foi graças às pesquisas que fiz, depois de me interessar
pela série, que descobri que há muito mais do que o Mossad.
Muitas pessoas ouvem (ou já ouviram) falar do Mossad, o Serviço Secreto de
Israel, famosíssimo por ações espetaculares como a captura de ex nazistas
fugidos mundo a fora ou pelo resgate de reféns presos na Africa, por um grupo
terrorista depois de um sequestro de avião.
O que poucos sabem é da existência de várias outras unidades
de elite (aliás, vamos concordar, SUPER elite) ligada à esse “universo” da
Segurança de Israel.
Uma delas é justamente a UNIDADE 217, também chamada de
DUVDEVAN, retratada na série. Um grupo (Comando) composto em sua linha de
frente por 5 ou 6 militares.
Insígnia da Unidade 217
Ultra secreto, a ponto de que nem quando morrem e são
homenageados, seus nomes podem ser divulgados, trata-se de uma unidade que
atua infiltrada e disfarçada, agindo contra o terrorismo nos territórios da
Palestina. O ápice, na 3ª temporada, é quando a infiltração é em GAZA. Contar mais
que isso seria spoiler.
São 3 temporadas fantásticas, muito tensas; muito cheio de
ação e suspense. A 1ª temporada foi lançada em 2015, a 2ª em 2017 e a 3ª em 2019.
A série é muito realista. Muito mesmo.
E sabe porque é tão realista ?
Simples ! Porque um de seus idealizadores é um ator israelense
chamado LIOR RAZ, ex militar dessa unidade !
Atualmente com 49 anos e concentrado em produções
israelenses, esse ator desenvolveu uma vida nos meios militares, tendo sido
membro dessa ultra secreta unidade. Simplesmente a série retrata episódios
inspirados por situações reais vividas por Lior e seus colegas.
Como curiosidade, depois de sair do exército, Lior Raz atuou
como guarda-costas de Arnold Schwarzenegger e sua esposa. Segundo ele, um dos
momentos mais divertidos de sua carreira.
Vale a pena dar uma olhada nessa entrevista dele, dada logo após o
lançamento de outra série bem bacana: Hit & Run(também disponível na Netflix).
Outro idealizador de FAUDA é Avi Issacharoff, também ex combatente
da mesma unidade.
E tem mais !
Yaakov Zada Daniel, famoso (atualmente) ator israelense, que
tem um papel bem importante na série, também foi militar nessa mensa unidade.
Por isso é tão realista !
E dá mesmo para acreditar na fonte de inspiração e realidade,
especialmente porque não tem aquela coisa de série americana onde o bem sempre
vence. Aqui, ao contrário, lidando com terroristas de verdade, até conseguir um
desfecho considerado minimamente aceitável, muita coisa dá errado e muita coisa
ruim acontece. Exatamente como é a vida de verdade, afinal de contas !
Na entrevista acima o ator explica alguns detalhes desse
realismo.
Como na vida real, dá raiva ver esses contratempos vividos,
especialmente porque nessa área, o contratempo significa morte. Seja de um
membro da equipe, de um colega ou de reféns.
É claro que a série não é unanimidade mundial e jornalistas
com viés político alegam que se as mesmas estórias fossem contadas numa série
elaborada por Palestinos, as coisas seriam diferentes. Pode ser.
Uma outra curiosidade da série é que 4 personagens tem os mesmos
nomes de atores da própria série.
Além de toda ação e atratividade, mais uma coisa chamou minha
atenção: a possibilidade de ver locações e a realidade de lugares que vemos
falar diariamente nos telejornais e nem sempre conhecemos.
As temporadas iniciais foram filmadas em Kafr Qasim, uma
cidade Árabe em Israel. A 3ª temporada foi filmada em Gaza mesmo.
A região completamente desértica e bastante desoladora, combinada
com construções destruídas, abandonadas e bem similares às nossas favelas, dão
um ar bem diferente do que muitos esperam ou imaginam.
Dessa vez a Netflix, na minha opinião, pisou na bola ! E feio !
Recentemente foi lançada uma nova série infantil, super colorida, com
uma estória bem envolvente e cativante. Minha filha, de 4 anos, simplesmente
amou desde a 1ª vez que viu. É empolgante mesmo. Trata-se de Ridley Jones: A
Guardiã do Museu.
É uma mistura de Indiana Jones com Uma Noite no Museu.
A série conta a história de Ridley Jones, uma garota de seis anos que
mora dentro de um Museu de História Natural. A pequena (e curiosa) Ridley tem
como missão continuar o legado de sua mãe e avó: proteger o local e seus
tesouros. E tudo envolto por um "grande segredo": à noite, todos os seus
ocupantes ganham vida. Com a ajuda de seus amigos, Ridley precisa, então,
manter em segurança aqueles que lá moram. Munida de sua bússola mágica, não há
aventura que ela não possa encarar.
Bacana, não ?
À 1ª vista até tem uma pegada educacional. A mãe dela defende essa
tradição familiar e ensina o que se encontra em um Museu, como um Museu deve
cuidar de seu acervo e exposições, entre outros cuidados e curiosidades.
Mas...
Num momento de pausa em meu trabalho, sentei para ver um pouco da série
e fiquei realmente chocado. Sem nenhum alerta ou aviso, simplesmente trata-se
de um programa com objetivo de fazer apologia à ideologia de gênero.
Pois é ! Pisada
na bola, total, da Netflix ! Sem aviso ou alerta.
Personagens binários (quando perguntado se é menino ou menina,
responde que TANTO FAZ) ou advindos de família constituída por homossexuais são
enaltecidos. Para piorar, apresentam uma caracterização “super afetada” destes.
Diálogos estabelecidos no genérico, como quando todos se tratam de amigues (e
não amigos ou amigas), são
frequentes.
Tratar com naturalidade e ensinar a respeitar é uma coisa. Isso, da
forma como apresentado é FORÇAR A BARRA.
Aqui em casa, temos parentes (sim, no plural) que constituíram famílias
homossexuais e estamos acostumados a conviver e respeitar isso; e o respeito ao
próximo é um dos valores mais importantes em nossa família. Mas, convenhamos, não
tem que achar que esse é o “novo normal” para todo mundo e por isso estar
assim, em um programa voltado para crianças tão pequenas, "forçando uma situação.
Isso é FORÇAR A BARRA. Reforço, esse não é o “novo normal”.
Uma pena !
Uma chance perdida de entretenimento gostoso de ver e, sem nenhum
cuidado ou aviso por parte da Netflix. Se há seleção específica no catálogo
deles, porque, nesse caso, ficar calada ?! Uma decepção nesse ponto. Isso é muito preocupante !
E achar que as crianças não entendem ? Entedem sim ! Hoje mesmo, num
certo momento, minha filha vira para mãe e diz que ela é super FOFINHE e,
curioso, perguntamos o que é isso e ela responde que é ser mais que FOFINHA.
Tá vendo ? Entende e pega o linguajar. E tem só 4 anos !
Nesses
tempos tão complicados de ter que tomar o máximo cuidado com o que nossos filhos
assistem e tantas bobagens à solta, com mensagens, às vezes, até perigosas,
quero compartilhar que descobrimos a série SPIRIT – RIDING FREE (criação de Aury
Wallington).
ADORÁVEL
!!! VALE MUITO A PENA !!
A
série, é um spin off do aclamado desenho SPIRIT, O CORCEL INDOMÁVEL (original: Spirit:
Stallion of the Cimarron) de 2002. Um desenho animado que venceu 22 prêmios e
foi indicado para muitos outros, inclusive o Oscar de animação daquele ano.
A
série se baseia no animal indomável do filme, mas acaba por aí a relação;
então, mesmo sem ver o filme, não há nenhuma dificuldade para acompanha-la.
Numa
época de ser difícil achar VALORES sendo transmitidos em programas de
entretenimento, essa série, produzida pela DREAMWORKS e disponível na Netflix,
traz muita coisa boa.
A
estória se passa na fictícia Miradero, uma cidade do “velho oeste” americano,
próximo da fronteira (possivelmente com o México). Uma garota de 12 anos, da “cidade
grande” (Fortuna "Lucky" Esperanza Navarro Prescott) tem que se
adaptar à nova realidade. Seu pai, Jim Prescott, herdeiro e dono da ferrovia, veio cuidar dos negócios e a menina o acompanhou. Logo no início ela já é super bem
recebida por outras duas meninas: Prudence "Pru" Granger e Abigail
Stone. Nada de bullying ou tratamento diferenciado ou pegadinhas ou qualquer tipo de "batismo". Apenas nova amizade sincera e integração.
Por estarem onde estão (oeste selvagem), cada uma tem em seus respectivos cavalos, grandes
companhias para “eternas aventuras”. Boomerang e Chica Linda são os animais delas
e Lucky acaba se envolvendo com Spirit, um cavalo indomável. Ele tinha sido
capturado e trazido (à força) para a cidade, mas a menina, com pena, o liberta
e aí cria-se o elo entre eles. Um elo que se vê eterno e sincero.
A
série tem uma excelente quantidade de episódios, portanto acaba sendo
entretenimento garantido por muito tempo. São aproximadamente 80 capítulos em
várias temporadas (a 1ª temporada é de 2017) e outros videos individuais.
Bastante conteúdo.
Mas,
vamos lá. O que mais me chamou atenção !
Valores
como
AMIZADE,
SOLIDARIEDADE,
COMPANHEIRISMO,
PERSISTÊNCIA,
TENACIDADE,
RESILIÊNCIA,
RESPEITO (à regras e aos mais velhos),
APRENDIZADO (com erros) e
SUPERAÇÃO
Tudo isso, episódio após episódio.
Situações onde as meninas são prejudicadas,
passadas para trás, feitas de boba, sofrerem bullying, acabam de maneira muito
bonita em novas amizades. Não há maldade nas relações e apenas os personagens
verdadeiramente ruins (ladrões, bandidos, etc), se dão mal. Os outros só crescem
em suas relações. Muito bacana.
Recomendo.
Ficamos fãs.
Aqui
em casa já vimos todos os episódios e já estamos revendo, tamanho é o sucesso.
Começou, de novo, o MASTERCHEF, aquele programa de culinária
(gastronomia ?) na BAND. Como se sabe, é o programa que gera o maior
faturamento para a emissora e atrai um monte de gente que gosta de ver programas sobre o assunto.
Não que estivesse com saudade, mas, muito mais, para ver meu “tio” Marcio (rs). É claro que quero ver como ele cozinha e queria torcer por ele, mas
confesso, ao ver esse 1º episódio já estou completamente desestimulado a seguir
dando audiência para o programa.
Continuo achando que, sendo a gastronomia, um assunto de tanto
interesse e a profissão (de chef) tão bacana, o programa TINHA OBRIGAÇÃO de ter
um viés mais educacional. Deveria ter regras e seguir por um caminho de
realmente valorizar os bons e, paciência, “sacrificar” os piores. Aqueles que
servem preparações ruins ou inadequadas não podem permanecer.
Mas, como disse em minha publicação de agosto de 2018, pena
que é apenas show.
Na mesma linha dos “Big Brothers”, um show para criar
equipes que torcem por esse ou aquele e com isso gerar aquela “guerrinha”
contra os que passamos a não gostar ou “odiar”, mesmo que sejam pessoas que
nunca vimos em nossas vidas.
Uma pena.
Nesse 1º episódio, já foi aquele festival de gente
cozinhando de cabelo solto, unha grande, pintada, anel, pulseira, etc. Depois
de uma 1ª etapa onde uma candidata apresentou um prato verdadeiramente ridículo
(como acompanhamento, por exemplo, apenas cortou maçã e kiwi !), seguiu na
competição com outros que tiveram preparações muito melhores.
No final do episódio, na prova de eliminação, um dos
candidatos fez um trabalho muito, muito ruim. Verdadeiramente, entre os três piores
daquela prova, ele se destacava e entre os outro dois haviam coisas
(visivelmente) menos piores. Daí entra uma NOVA regra bizarra, dessa edição do programa, onde
permite que sem nenhum critério técnico, os colegas “salvem” um competidor e
com isso esse pior de todos é salvo. Inacreditável.
É tão bizarro que um dos jurados (Fogaça) reconhece que
aquele teria sido eliminado e dá a impressão de ficar numa "saia justa".
Com isso, dois outros competidores, que se vêem nessa
situação INJUSTAMENTE, acabam na berlinda e um deles é eliminado.
Não estou aqui defendendo que o eliminado não deveria ter
sido eliminado, mas a forma de fazer a eliminação, sem nenhum critério técnico
e baseado numa regra dessas, me faz DESACREDITAR no programa e nem ter mais
vontade de ver.
Até pretendo ver, para torcer pelo “tio” Marcio, mas não
mais com aquela “gana” da competição que poderia ser.
Acho uma pena. Poderia ajudar muito mais a gastronomia do
Brasil, mas perde essa chance.
De qualquer forma, VAI TIO MARCIO, FORÇA, BOA SORTE !
Há muitos anos que tenho o STRAVA como referência em app de
monitoramento das minhas atividades físicas. É verdade que nos últimos 10 anos,
nunca estive tão em atividade como esse 2021. Praticamente, desde o início do
ano, são quase 3 dias de atividade para 1 de folga e como sou vidrado em
controles e acompanhamento, o app é fundamental.
Me preocupa e me motiva sempre querer fazer mais e melhor.
Já fazem alguns meses que vinha observando o STRAVA não funcionar
direito e isso se deu quando mudei de celular. Comprei um Galaxi A11, novinho,
mais moderno e nele o app marca a rota do meu treino com muita irregularidade. Tentei
contato com eles e, claro, não tive nenhuma solução para o caso. Culpa do GPS
do celular, disseram eles.
Mas como assim ?
É “tão Samsung” como meu anterior e ainda mais moderno, como
pode ser problema do aparelho ?!
Não teve atualização de versão do Android ou do app que
resolvesse e tive que me contentar com isso.
Mas.........
O que aconteceu desde o final de semana, me deixou FURIOSO.
Saí sábado para um pedal e confiei no STRAVA, como sempre,
para o monitoramento. Ao terminar, com recorde pessoal quebrado (velocidade
média), constato que NADA FOI MARCADO. Ao tentar desligar o app, vejo estampado
na tela que teve um ERRO DO APLICATIVO e ele não marcou nada. NADINHA. Fiquei mega
frustrado e indiquei isso naquela opção que o app tem.
Claro, não recebi nenhum contato deles para me dar qualquer satisfação.
Seria de se esperar algum contato ?
Não me conformei. Fiquei realmente triste, especialmente
porque a entrada manual é limitada e não permite exportar a atividade para o
RELIVE, outro app que uso, como back-up, das minhas estatísticas. Nesse, nem
existe entrada manual.
Frustrado ao máximo.
Ontem, fui para minha pedalada e foram, dessa vez, 3 RECORDES
PESSOAIS: VELOCIDADE MÉDIA, VELOCIDADE MÁXIMA E DISTÂNCIA.
Ao terminar o treino, de novo, aquela mega frustração: erro
do app, nada marcado !!!!!!!
De novo, informei isso no app e hoje, com alguma
dificuldade, escrevi para o pessoal do STRAVA. Vamos ver se terei alguma
satisfação.
Isso me deixou, além de frustrado, pensando como estamos
reféns desse tipo de app que pode, por qualquer razão, nos deixar na mão. Que tristeza.
Tinha o STRAVA como confiável, mas agora, passo a ter sérias
dúvidas e insegurança.
A única explicação que posso ter é alguma incompatibilidade
com a versão do Android atualizada semana passada. É a única coisa que mudou.
Bom, espero ter algum retorno deles para saber o que
aconteceu e que consertem. Enquanto isso, descobri o RUNKEEPER (ASICS) e achei
excelente. Tô quase migrando de vez para ele. Os alertas de áudio na pedalada
são mais completos e as estatísticas muito, MUITO melhores. Achei o mapa da
rota realizada inferior e tive dificuldade em compartilhar, mas fora isso,
gostei muito.